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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Ipê branco


30 de setembro de 2012. Num trecho de estrada de mais de 50 km, vimos 3 ipês brancos. Este, dentro da fazenda, fica mais acessivel e merece fotos detalhadas. Suponho seja Tabebuia roseoalba (T. cassinoides seria a próxima candidata, mas parece ser de alagados). Tem uns 11 metros de altura, e diâmetro à altura do peito ("DAP") de cerca de 45cm.

Acima: com Fafá e Gio próximos, tem-se noção do tamanho da árvore.
Acima: detalhes da flor na mão do Gio.


Acima: esta é a foto de que mais gosto. Na minha opinião, essas flores do cerrado competem em beleza (e talvez superem) o festival de umês no Japão. Estou colhendo sementes para fazer um bosque desses ipês. Elas são muito fugazes: em 15 dias depois de maduras perdem a capacidade de germinar.




Abaixo: entre as raízes, no tronco, um ninho de abelhas jataí. Nessa árvore há dois ninhos de abelhas nativas, meliponídeas: estas próximas ao chão, e outra, abelha maior e mais escura (não é arapuá) em cavidade no tronco, a uns 4 metros de altura.



Abaixo: orquídeas no canteiro de flores e pré-bonsai. Essa é de muda sendo cultivada há uns 50 anos, proveniente do colégio de freiras de Pará de Minas, onde minha mãe estudou.

Abaixo: esta é uma clívia: demorou mas se adaptou bem.

No viveiro de pré-bonsai, ipês amarelos e flores de bougainvilleas. Essa sobreposição de cores é comum e de ótimo efeito paisagístico (pelas mudas tem-se idéia).

Abaixo: detalhe da flor de ipê amarelo. Suponho seja Tabebuia chrysotrica.



Sicalis flaveola. Canarinhos-chapinha. Estão proliferando bem, apesar dos gatos.

Paroaria dominicana. "Galo da campina" ou "cardeal". Foram soltos após terem sido apreendidos no comércio clandestino de aves silvestres, pela Polícia Florestal, que já fez várias solturas de aves - e até de uma jaguatirica - na fazenda. Uns poucos casais se fixaram. A maioria deve ter tentado retornar ao nordeste brasileiro. Esses são filhotões, sinal de que pelo menos um casal é residente.

Acima e abaixo: "teque-teque" (Todirostrum poliocephalum) e seu ninho. Pena que a máquina fotográfica é totalmente simples e sem recursos.

Abaixo: vovó Maria tenta mostrar o ninho ao Gio.

Abaixo: detalhe da entrada lateral do ninho. Tem uns 2cm.

Abaixo: com a seca forte, as flores e folhas do manacá ficam miúdas. Boa sugestão para técnica de bonsaísmo. Estou com pré-bonsai de manacá sendo cultivado, engrossam pouco e muito lentamente. As cores e perfume das flores compensa.


Ok, ok...: esse blog deveria ser sobre bonsai. Abaixo duas plantas já mostradas na postagem "um viveiro de bonsai no cerrado", para dar uma idéia de como estão indo, e fazer jus ao nome do blog.



Cai a tarde. Chuvas ainda longe?


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